Tuesday, September 8, 2009

Aumentar o tamanho do pénis: A Técnica Jelqing

Como vimos anteriormente, o tamanho importa.

Para aumentar - de forma natural - o tamanho do membro, nada melhor que a técnica de jelqing.


Proveniente de África, a técnica de jelqing é muito parecida à ordenha, mas aplicada às vossas pequenitas pilinhas. Assim - indo, curto e grosso, ao busílis da questão - aqui fica a técnica:

  1. Aplicar o vosso lubrificante preferido (o Coach recomenda KY ou Durex play - não usem cremes com parafina ou sabão, pois estes tendem a secar a pele e a lubrificação é para durar) em toda a extensão do membro que desejam tornar viril (que bom seria poderem aplicar isto ao cérebro);
  2. Com o polegar e o indicador, apertem a base do pénis e ordenhem ao longo do tronco, puxando para baixo. Parem na cabeça. Mudem de mão e repitam;
  3. Quando o pénis ficar semi-erecto, unam o polegar e o indicador - fazendo um círculo - e apertem a base do pénis.
  4. Agora, começando na base, puxem de forma delicada mas firme. Estiquem para baixo e para a frente, sempre da base até à glande. Mantenham o estado de semi-erecção.
  5. Agora repitam com a outra mão. Realizem este movimento contínua e ritmicamente, certificando-se de que tocam em todo o pénis, excepto na parte superior da glande.
Façam 200 a 500 repetições por dia. Atenção: não é suposto esta técnica ser incómoda ou dolorosa! Se estiver a doer não estão a fazer bem!

Resultados

A técnica de Jelqing apresenta resultados a médio prazo, geralmente ao final de um mês já se nota uma boa diferença. Aumenta o comprimento e, proporcionalmente, a grossura do membro. É dos exercícios mais completos e eficientes que podem realizar.

Para obter resultados devem praticar todos os dias. Caso passe bastante tempo sem terem resultados não desanimem. É a perseverança que fará o sucesso aqui. Não desistam, acreditem que vale mesmo a pena.

Este exercício é particularmente eficiente se também realizarem diariamente os exercícios de Kegel.


"If you find women in general to be shallow, but not because of their personalities...you might have a big penis" - tradicional joke ... 

Monday, September 7, 2009

Interposição: Coaching e Ser Feliz

Excelsos,

Várias pessoas me têm enviado emails a pedir conselhos acerca das suas relações e questões conjugais. Permitam-me então fazer alguns esclarecimentos. Notem que a gravidade da minha voz e a seriedade do tom denotam claramente que este post vai divergir um pouco do tom jocoso e burlesco do resto do blog.

O processo de cura - por oposição à terapia - é um processo desconfortável, doloroso e complicado. Melhorarmo-nos e transformarmo-nos dá trabalho. Ser Feliz dá trabalho.

Como foi referido no post anterior - toda a verdadeira aprendizagem acontece fora do nosso espaço de conforto. É isso que a cura preconiza - sair do espaço de conforto e confrontarmo-nos com nós mesmos, com os nossos erros, as nossas falhas, os nossos problemas, os nossos vícios emocionais, os nossos mecanismos de defesa e de controlo e tudo o mais que nos impede de ser feliz.

A cura exige a compreensão de que os responsáveis pela nossa vida - pela nossa felicidade/infelicidade, alegria/tristeza, sucesso/insucesso, et/cetera - somos nós. Não é o terapeuta, não é o marido, a mulher, o pai, o vizinho. Somos nós.

Precisamos de mais curadores e de menos terapeutas. Mais pessoas que nos responsabilizem e menos pessoas que nos segurem. Precisamos de mais pessoas que nos dêem porrada e menos pessoas que nos façam festinhas. Precisamos de crescer.

Mas somos uns meninos e crescemos ao ritmo dos meninos. Vamos levando porrada da vida - aqui e ali - e assim vamos construindo o nosso carácter as nossas ideias, os nossos medos, as nossas defesas e o nosso ser. Somos - em geral - seres reactivos e não activos. Somos forjados pela racionalização das dificuldades que passamos e não pelo sentir. Somos vítimas da nossa existência e não criadores da nossa realidade.

Na visão deste vosso Coach - a Cura é deixarmos de ser vítimas, deixarmos de ser reactivos, deixarmos de ser passivos, deixarmos de ter medo, deixarmos de "ir andando" e passarmos a Viver plenamente. A sentir plenamente, mesmo que magoe. A criar a nossa realidade.

A maioria de nós vive vidinhas. Sem emoção, sem novidades, sem excitação, sem riscos, sem abalar as estruturas. A maioria de nós vive em busca do conforto. Do estar quentinho e confortável. Do não ter grandes desafios emocionais nem vivenciais.

A maior alegria da maioria das pessoas é a viagenzita que fazem nas férias, para fingir que são felizes e que realmente aproveitam a vida. Isto mostra a putrefacção emocional em que vivemos. Passamos um mês - quando chega a um mês - de letargia, relax, conhecer coisas, conhecer sítios, fazer algumas loucuras. E pronto, depois voltamos ao mesmo. É o combustível para o resto do ano.

Isto está longe de ser uma vida bem vivida. Serve esta parte do texto para frisar o ponto aqui vincado: estar quentinho e confortável não é - de todo - sinónimo de ser Feliz. A maioria de nós confunde felicidade com alívio.


Passamos a vida toda apertados, vivemos stressados no trabalho e nas relações - 80% da nossa existência - e quando nos libertamos - spa, cinema, férias, bebedeiras, saídas com amigos, desportos radicais, whatever - pensamos "ahh isto faz-me mesmo feliz". Treta. Se eu colocar uma bigorna em cima da vossa mão durante 8 horas por dia, quando eu a tirar vocês vão sentir-se mesmo felizes. Mas isto não é felicidade, é alívio.

E a maioria de nós não vive momentos de felicidade, vive momentos de alívio. Momentos de inconsciência e fuga à realidade.

Ser feliz é algo que se constrói. É algo da nossa inteira responsabilidade. É preciso coragem, empenho e dedicação. É preciso confiança. E o objectivo deveria ser vivermos a 100%, estarmos continuamente felizes, no trabalho, nas relações e na Vida em geral.

E é esse o trabalho de um curador, promover e responsabilizar as pessoas pela sua felicidade.

Digo isto porque pretendo motivar-vos para algo: não é possível fazer um trabalho sério por email. É possível tirar dúvidas pontuais, é possível tentar compreender e opinar. Mas não é possível acompanhar e potenciar a real transformação. E é por isso que a terapia deve ser feita presencialmente.

E é isto que o Coach faz. Terapia integrada de forma presencial, em Lisboa. Quem quiser realmente transformar-se, quem estiver decidido e empenhado na sua evolução, quem tiver coragem para enfrentar o desconforto de se conhecer a si mesmo, pode usar e abusar do Coach.

Quem não gosta do Coach - ou não se encontra em Lisboa - pode procurar qualquer outro profissional. Não é vergonha nenhuma ir a um psicólogo, psiquiatra ou realizar qualquer outro tipo de terapia que vos agrade. Procurem um acompanhamento sério, procurem um Curador - por oposição ao terapeuta que faz festinhas no ego e vos faz sentir bem.

Se se sentirem muito bem na terapia considerem a hipótese de ela não vos estar a ajudar realmente, mas apenas estar a perpetuar a vossa condição.


O Coach está a ponderar criar uma forma de acompanhamento on-line em tempo real, que permita fazer algo mais sério, para quem assim o desejar. Se o tempo assim mo permitir, cá estarei.

Um abraço,


The Love Coach

Saturday, September 5, 2009

Homens maricas

Pequenos Eunucos,

Vós sois uns maricas! Há que dizer isto com toda a frontalidade. Maricas, laridas, panascas, panilas. E não digo isto só pelo facto de que a pesquisa que mais pessoas traz a este blog ser "ponto G masculino".

Um homem que esteja atento a este blog já terá percebido - quer pela minha referência directa, quer pelos comentários das fêmeas que generosamente adornam este espaço - que o que mais atrai as mulheres é um homem seguro e confiante. É esse o tesão-mor, a atracção suprema, o afrodisíaco primordial: um Homem a sério.

E um Homem a sério não tem medo. Então como se ultrapassa o medo? Saindo da nossa zona de conforto.


Toda a real aprendizagem, toda a verdadeira transformação, acontece fora da nossa zona de conforto.


Olhem para as vossas vidas e vejam onde aprenderam mais. Foi quando estava tudo calmo e sereno ou foi em momentos limite, de angústia, dor, mágoa e sofrimento? Pois é, seus maricas, crescer custa... é por isso que demora tanto tempo.








A melhor forma de ultrapassar medos e se tornarem em Homens a sério é enfrentarem os vossos medos. Larguem o vosso racionalismo, larguem o vosso ego, a vossa arrogância, aceitem que são uns meninos e façam-se Homens.

O que é que vos deixa mais inseguros? mais desconfortáveis? Para a maioria das homens é "não sou bom na cama". E nenhum admite isto. Não sou bom na cama, não sei satisfazer uma mulher, não sei que fazer, yada yada yada. Insegurança. Falta de força interior, falta de coragem, falta de cojones.

Para vocês, castratis deste espaço, o Coach deixa-vos um trabalho para este domingo: Vão ter com uma amiga. Aquela com quem nunca teriam sexo, ou entrariam numa relação. Aquela com quem nunca aconteceu e nunca poderá acontecer nada. Digam-lhe "epa, sou péssimo na cama, não faço ideia como tocar, excitar e agradar a uma mulher... ajudas-me?". Só isto. Peçam ajuda. O primeiro passo é sempre pedir ajuda.


Aprendam a ouvir. Aprendam a aprender.



"Remember, if you smoke after sex you're doing it too fast" - Woody Allen ...

Friday, September 4, 2009

Palestra sobre Tantra

Para os mais atentos, não deve ser segredo que uma boa parte dos conhecimentos aqui expostos provêm de tradições ancestrais como o Taoismo, o Tantra, os Samurais e tantos outros.

Em Portugal é algo raro haver eventos sérios e baratos relativamente a estas temáticas.




Assim, a quem possa interessar, por ser sério e por ser gratuito, aqui vos recomendo uma palestra relativamente ao Tantra que se realiza amanhã, pelas 20h em Lisboa.

Ide e aprendei, crescei e multiplicai-vos!


"Put away your pointless taboos and restrictions on sexual energy – rather help others to truly understand its wonder, and to channel it properly" - Deus in Conversas com Deus ...

Thursday, September 3, 2009

A mente feminina e a mente masculina

Este é um post histórico. Este é o primeiro post assumidamente unissexo deste blog.

E havia um potencial enorme para se tornar num post extensíssimo. Felizmente Mark Gungor (que recomendo bastante) disponibilizou excertos dos seus seminários na net, onde explica as bases com humor e mestria.

Vejam este vídeo onde ele explana bastante bem como nós funcionamos nesta nossa guerra dos sexos:






O que acrescentar a isto? Que compreender estas diferenças fundamentais acerca de nós é a chave para uma relação duradoura e feliz.

A Mulher deve compreender que o melhor a fazer quando o homem se retira para o seu canto é deixá-lo lá. Não fazer perguntas, não tentar ajudar, respeitar o tempo e o espaço dele. Focar-se noutros aspectos da sua vida. Confiar que o seu Homem conseguirá resolver o problema por si mesmo.

O Homem deve compreender que quando a mulher tem um problema e começa a desabafar, ela não está só a ser uma chata nem está à procura de respostas (é tipicamente masculino nem ouvir bem a mulher e atirar-lhe 3 ou 4 respostas para as questões em causa). A mulher, nesse momento, quer ser ouvida. Quer os vossos braços à volta dela, quer palavras de apoio e carinho. Quer sentir que não está sozinha, que vocês estão com elas, quer sentir que aconteça o que acontecer, o seu Homem está ao seu lado. Quer sentir que vai ficar tudo bem.

Isto é o básico de como o Homem e a Mulher lidam com um problema à sua maneira. Integrem isto nas vossas vidas. Ficarão surpreendidos com a quantidade de conflitos que se evitam - apenas pela consciência destas estas diferenças.

A pergunta inteligente agora é: "então e quando ambos têm um problema? Ela vai querer companhia, ele vai querer distância... como se faz?" :D Lá chegaremos petizes, lá chegaremos.

Fim do primeiro post unissexo.


True love is like a pair of socks: you gotta have two and they've gotta match” - Autor desconhecido ...

O Tamanho Importa

Estultos rapazolas que almejais membros viris,

Aqui vos revelo tudo o que sempre quiseram saber sobre a vossa parte pensante. E não me refiro ao cérebro. Não importa o que tenham lido em revistas femininas (que eu sei que vocês lêem), o tamanho importa realmente.

E não importa "universalmente", importa "relativamente". Isto porque vaginas há muitas, seus palermas. E se as há túrgidas, também as há flácidas, grandes, pequenas, superficiais e profundas. Há para todos os gostos e feitios.

Assim, grande nem sempre é bom, pequeno nem sempre é mau. Grande demais magoa, pequeno demais não se sente - isto sempre relativamente à vagina em questão, está claro.

Como isto em mente, vamos aqui tentar fazer a generalização possível.




A medida ideal

Se procurarem estudos sobre o assunto vão ver que o comprimento médio do pénis dos portugueses é entre 15 e 16 cm. Se procurarem sobre o diâmetro - que importa estupidamente mais que o comprimento - não encontram nada de relevante. O segredo está na grossura, muito mais que no comprimento.

Assim, quer para a sua auto-confiança, quer para aumentar drásticamente a sua capacidade de agradar às fêmeas, um Homem deve ter um membro à medida. E - genericamente - a medida que tem probabilidade de agradar ao maior numero de mulheres é:

Largura: entre 4 e 6cm
Comprimento: entre 17 e 19cm


O meu é maior que o teu

Se estás satisfeito com a tua medida, óptimo. Se andas a comprar carros grandes e caros para compensar algo, aqui te deixo uma palavra de esperança:

Não é preciso cirurgia nem qualquer outro tipo de operação intrusiva para aumentar o tamanho do pénis. Ao longo da história houve várias culturas que desenvolveram inúmeros métodos para conseguir todo o tipo de efeitos com os vossos pequenitos falos.

Em breve deixarei aqui algumas dessas técnicas. Mas antes de poderem praticá-las terão que se aplicar no patamar base. O Bê-à-bá. O músculo PC. Por isso o primeiro passo é dedicarem-se afincadamente aos exercícios de Kegel. (Se calhar não estou a insistir nisto por acaso, ponham-me essas pilinhas flácidas a trabalhar!).

Até breve ;)


It looks like an egg in a nest. This girl once said to me, ‘Who are you going to satisfy with that little thing?’ I said, ‘Me!’” - Johnny Knoxville ...

Wednesday, September 2, 2009

Blogging: Como fazer uma mulher feliz para totós

Caros pffs,

Recomendo-vos - assim com muita força - um post da Rosa Cuequinha.


Para ler, estudar e assimilar:





O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direcção” - Antoine de Saint-Exupéry ...

Idiossincrasias do Coach

O Coach tenta com muita força manter este blog algo impessoal mas, hoje, será aberta uma excepção para falar de... bom, de mim.

Nesta fase da minha vida - após alguns anos a dar workshops acerca de Amor e relacionamentos, e a fazer consultoria amorosa - posso dizer que é-me raro "apaixonar-me" por uma mulher sem que ela se apaixone da mesma forma por mim.

Isto acontece, não porque eu seja um Don Juan, não porque que eu ande no engate - porque realmente não ando, sou muito selectivo nas relações em que entro e nas pessoas com quem me envolvo -, não porque a maioria das pessoas a quem apoio sejam mulheres, e assim eu tenha ganho um grande insight sobre a mente feminina e como a manipular, mas sim porque nas raras vezes em que me deslumbro e apaixono, aplico aquilo que é para mim a melhor forma de lidar com o Amor: a sinceridade. E a sinceridade funciona. É o pilar base de qualquer relação.

Aconteceu-me isso estas férias com uma Mulher, como há algum tempo não acontecia. Vi-a uma manhã, dentro do hotel, e senti-me arrebatado. O olhar dela, o cabelo curto - que geralmente nem gosto - a tez morena e aveludada. Senti, sorri, ela nem reparou e eu prossegui.

Voltei a encontra-la na noite seguinte, estava com colegas a assistir a um espectáculo, em pé encostado à parede, quando a vejo passar, sozinha. Ela conhecia e cumprimentou várias pessoas na sala, mas acabou por se sentar sozinha na última fila. Eu sigo-a e sento-me ao lado dela. De quando em quando olho para ela, ela mantém o olhar no show e um leve sorriso. Noto então que está a segurar os braços e a afaga-los com as mãos.

Perguntei-lhe se estava com frio e ela sorriu e disse que não, que estava bem. Voltámos ambos a olhar para o espectáculo, mas os nossos olhos já se tinham cruzado uma vez. E os olhos dela encontraram os meus com uma segurança e desprendimentos típicos de uma mulher que está segura de si e fechada a qualquer investida de qualquer homem. Provavelmente é casada, pensei. Mas sendo que não a estava a tentar seduzir, ou chegar a algum lado, mas apenas senti-la, conversar e conhecer um pouco mais daquela Mulher que me fascinou, continuei ali.

Passado algum tempo ela perguntou-me porque me tinha vindo sentar ali sozinho, porque não ia mais para a frente para ver o espectáculo melhor, ou sentar-me com pessoas que eu conhecesse. Eu disse que não estava realmente interessado no espectáculo, que me tinha vindo sentar ali para estar junto dela. Ela riu-se e disse "ahhh clarooo..." em tom sarcástico.

Isto não é algo estranho. É normal quando abordo uma mulher com a minha habitual sinceridade elas acharem que é engate, gozarem, defenderem-se, rirem-se, serem irónicas e sarcásticas. Colocarem uma postura de "estou a topar-te, os homens são todos iguais". E normalmente isto passa assim que elas percebem que não é "jogo", que não estou no engate, que nem sequer quero "atingir" nada mais do que o privilégio - se elas assim o concederem - de as conhecer, de as descobrir, de sentir, de ouvir e de falar. Geralmente, para mim, criar uma profunda amizade e empatia com uma mulher é mais que suficiente. Não é preciso conquista, não é preciso Amor, não é preciso sexo.

Aqui houve dois problemas. O primeiro é que - sem eu estar consciente disso - eu comecei realmente a fazer um pouco de jogo. E o segundo é que, com ela, amizade ou só conhecimento não era suficiente. De todo. Eu queria aquela Mulher. Desejava-a intensamente. Mas, estando em negação, fui fazendo um joguinho interior de "eu não quero nada, só falar com ela e conhecê-la", que se revelava num jogo parvo exterior de tentar aparentar que não queria nada, querendo.

E tudo isto foi semi-inconsciente e semi subtil. E que Mulher aquela, ela lia-me perfeitamente, sem nunca o dizer. Tudo o que fazia era resistir condignamente às minhas investidas, dissesse eu o que dissesse ela desviava o assunto para a minha insinceridade, em tom jocoso.

Isto prolongou-se por vários dias. Sempre que a via, estivesse ela com amigos, ou sozinha, eu ia cumprimenta-la. E eu acabava sempre por fazer algum comentário, mandar alguma piada que, mesmo que não tivesse nada que ver com ela, ela respondia sempre da mesma forma "ai ai... Don Juan...", ou "pronto, lá vem ele com o charme...". Sempre em tom altivo e gozão. E vendo que eu continuava a insistir, os comentários dela começaram a ser mais frios, mais duros... claramente pushing me away.

Então, durante um dia, deixei-a em paz. Não a procurei, não falei com ela, não disse nada. Senti saudades. Senti desejo. Ela não me saía da cabeça. No final do dia seguinte fui esperá-la à porta do quarto dela. Quando ela apareceu, olhou-me surpreendida, séria, e eu atirei com um "não pensaste que eu ia desistir tão facilmente pois não?" ela fez aquele ar enjoado e revirou os olhos, disse que tinha que se deitar, que tinha combinado acordar cedo. Eu disse que não queria incomodar, que só queria um abraço de boa noite. E ela deu-me o abraço. Senti todo o corpo dela em mim, um abraço frio e impessoal da parte dela, mas altamente sentido da minha parte.



Quando nos afastámos fiquei a olhar para ela. Ela procurava a chave na mala e eu senti uma onda de paixão, carinho e admiração tão grande que por uns momentos, interiormente, não estava qualquer negação, não estava qualquer jogo, não estava qualquer intenção oculta. Eu gostava dela, e aquele abraço fez-me desejá-la ainda mais. Ela olhou-me brevemente antes de entrar, com o olhar frio, e depois - por um segundo, por um pequeno momento - quase imperceptivelmente o olhar dela mudou, abriu, viu mais do que costumava ver ao olhar-me. Sentiu mais do que costumava sentir. Ou pelo menos foi essa a minha percepção.

Porta fechada e mais um dia passado.

Eu estava num país no outro lado do mundo, faltava um dia para me vir embora, estava a espera do quê? Qual era o propósito de tudo isto? Que estava eu a fazer?

Pois bem, estava a aprender. E no último dia consegui compreender-me e ultrapassar-me. É muito fácil despertar o interesse de uma mulher quando estamos apenas levemente interessados, quando há alguma empatia, quando temos apenas curiosidade. Especialmente quando temos confiança, segurança e até - pasme-se - nos consideramos um Homem a sério.

Mas quando estamos profundamente apaixonados tudo é diferente. E era isso que se passava ali. Eu senti aquela chama que é tão raro sentir-se e que normalmente tentamos racionalizar e apagar e diminuir. Mas não havia racionalização ali ou meia medida. Eu fiquei apaixonado por uma Mulher que não conheço de lado algum. Não foi a primeira vez que me aconteceu mas devo confessar que, as years go by, torna-se mais e mais raro.

E estava a ser um palhaço. A tentar ser o que, naquele momento, não era. A tentar mostrar o que, naquele momento, não sentia, a fazer piadas quando o que me apetecia era segurar-lhe as mãos e declamar-lhe poemas, abraçá-la, apertá-la, beijá-la, e Amá-la.

E foi isso que fiz no último dia. Excepto a parte do beijar. Bom, e também não fizémos amor, se bem que nos tenhamos amado. Encontrei-a sozinha a apanhar sol, sentei-me ao pé dela e não disse nada. Lembram-se d'"O Principezinho"? "As palavras são uma fonte de mal entendidos". E assim fiz. Sentei-me e deixei o silêncio falar.

Ela olhou para mim esperando o comentário ardiloso do costume. Mas eu não disse nada. Estava com saudades dela. Ia-me embora ao final do dia e já estava com saudades dela. E fiquei ali, só a sentir todo aquele turbilhão de carinho, paixão, saudades, tristeza pelo tempo que não partilhámos com maior qualidade.
E ela continuava a olhar para mim. E pouco a pouco a expressão dela mudou. Foi-se alterando suavemente até se acomodar naquele ponto que eu tinha visto - por breve instantes - na noite anterior, à porta do quarto. Disse ela: "vês? esse olhar já não tem nada que ver com essa onda Don Juan que andavas para aí a espalhar". Como ela me sabia tão bem, no mais profundo de mim.

Eu continuei a olhá-la e disse "sabes... eu não sei explicar o que sinto, mas sinto algo. Não gosto de estar a classificar ou dar nomes, não quero idilizar nem criar cenários nem imagens. Mas sinto. É muito forte, é bonito, é profundo. Sinto algo que penso ser raro sentir e não tenho lógica nem racionalidade para o explicar. Apenas sinto. E cá dentro, sinto que tu também sentes..."

Ela ficou uns segundos a olhar para mim antes de sorrir e dizer "sim... eu também sinto".


E ficámos abraçados até ao sol se pôr, assim, sem nos beijarmos, sem fazermos Amor.


"Só podemos ser sinceros com os outros, quando conseguimos ser sinceros com nós mesmos" - The Love Coach ...

Tuesday, September 1, 2009

O Ponto G

Durante as férias tive uma conversa algo surreal com um psicólogo. Dizia-me, o imberbe, que o ponto G era um mito e que havia vários artigos médicos a prová-lo.

Ora bem, deixem-me colocar isto de forma tão clara quanto possível: O PONTO G EXISTE e não importa quantos ratos de laboratório digam que não encontram ali nada. Não é uma questão de ciência nem de fé. É uma questão empírica.

Pois bem, à custa da ignorância de uns, pagam todos. Este será um post extensivo acerca do ponto G, com quase tudo o que precisam de saber sobre ele. Será algo explícito e gráfico em alguns momentos. Quem for mais sensível, passe à frente. Quem tiver olhos para ler, que leia.


Introdução

O ponto G é uma zona no interior da vagina que - ao ser estimulado da forma correcta e no contexto adequado - permite à maioria das mulheres alcançar orgasmos muito mais intensos e duradouros que aqueles que normalmente experienciam.

Como já foi extensivamente falado, nada aqui se apresenta como fórmula ou verdade absoluta. Recordem-se que cada mulher é um mundo e cada caso é um caso. Não me canso de repetir que pratiquem, experimentem e dominem absurdamente A Técnica.

Ainda assim, aqui fica aquilo que é o mais comum, no que a este tema diz respeito.


Localização

O ponto G é facílimo de localizar. Se a mulher estiver deitada de barriga para cima à nossa frente, o ponto G fica na parede vaginal superior a uns 3 ~ 5 cm de profundidade.

Então, se é tão fácil, porque é que há quem não o encontre e até quem escreva documentos técnicos dizendo que não existe? Porque ele não está sempre lá. É como a erecção no homem. Não é por o homem não estar sempre erecto que a erecção não existe. Da mesma forma, não é por o Ponto G não estar sempre tumescido que não existe.

O vídeo seguinte apresenta-se apenas como ilustração para perceberem onde se localiza:




Estimulação

Ora bem, se o ponto G não está sempre lá, como o descobrir? Estimulando.

Primeiro o ponto G não deve ser nunca o ponto de partida. Começa-se sempre por tudo o resto. O ponto G funciona muito melhor quando a mulher já está globalmente excitada. E nem todas as mulheres apreciam a mesma forma de estimulação. Aqui se deixa uma forma de estimulação que, geralmente, funciona. Mas nada como serem criativos e explorarem, aprenderem e inovarem.

O Chamamento

Ora bem, a técnica é muito simples, sabem aquele movimento que as mulheres fazem com o dedo indicador, com ar maroto, quando nos querem chamar para junto delas? É isso. Pelo menos a parte central é isso, mas convém algum enquadramento:

Para esta explicação assume-se que a mulher está deitada de barriga para cima e vocês por cima dela. Ajustem para as variações que realizarem.

Portanto, estando a mulher bem aquecida, bem excitada, e desejando ardentemente que a penetrem, vão lá abaixo e brincam com a língua nas virilhas e nos grandes lábios, sem nunca tocarem no clítoris. Ao mesmo tempo as vossas mãos ficam a deambular pelo corpo dela, acarinham os seios (no futuro haverá um post sobre como fazer isto bem), acariciam a barriga, as ancas, agarram-lhe as pernas, descem ate aos joelhos, sobem pela parte interior das cochas, yada yada yada. Tudo isto com a calma e sensualidade necessária (e não mecanicamente como o meu discurso aparenta), sentindo, observando, estando presente e atento.

Ora bem, cheguemos então ao busílis da questão. A língua deve começar a acariciar os pequenos lábios e dirigir-se suavemente ao clítoris. Enquanto isso uma das vossas mãos deve mover-se das coxas para a entrada da vagina. A outra mão deve continuar a tocar, apertar, acariciar e deambular por várias partes do corpo dela. Um bom sítio para se estar neste momento é na cintura, segurando a pélvis para controlar os movimentos dela, apertando-a com firmeza.

Então, língua no clítoris, dois dedos a subir e descer pela entrada vaginal, tocando os lábios, certifiquem-se que ela está receptiva. Que quer, que deseja, que é o momento. E então inserem os dois dedos na vagina, palma da mão virada para cima, sem fazer pressão em nenhuma parede vaginal (não é muito recomendado que entrem logo com os dedos curvados a fazer pressão na parede superior da vagina ao entrar, visto que basta uma unha mais mal cortada para ferir... é uma zona sensível, tenham cuidado). Uma vez lá dentro, executa-se então "O Chamamento".

Assim, dobram suavemente os dois dedos (como se viu no vídeo) para cima e puxam um pouco para fora. Volta-se a esticar os dedos, entrar, curvar para cima, puxar para fora. Repetir a gosto. Em geral isto produz, só por si, um efeito muito forte e elas começam a perder o controle. Não vão com elas. Deixem-nas enlouquecer. Não acelerem demasiado, não tentem ir atrás da respiração delas, ou dos movimentos frenéticos que possam fazer com a cintura. Façam ao vosso ritmo. Controlem vocês. Acelerem mas nunca de forma descontrolada, para que não perca o efeito. Progressiva e calmamente.

E não sejam máquinas. Continuem tudo o resto, continuem a tocar-lhe o corpo, segurar o cabelo, passar os dedos nos lábios, apertá-las (neste momento é óptima ideia segurá-las e controlá-las), continuem a lamber o clítoris e as virilhas e continuem o movimento dos dedos, de quando em quando podem tirá-los completamente para fora e voltar a enviar logo de seguida, tão profundo quanto possível, voltando depois ao chamamento.

Sejam criativos, há muito para explorar a este nível, e muito para fazer. Pratiquem. Toda a teoria é estéril, a prática é tudo. Pratiquem, só errando poderão aprender. Mas em geral, se seguirem estas indicações, terão um grande feedback.

Claro que podem também estimular o ponto G usando diferentes posições sexuais em que o pénis faça uma pressão considerável nessa zona da vagina. O homem sentado num banco/cadeira sem braços com a mulher sentada em cima dele variando a inclinação da penetração, é das mais apreciadas.


Problemas e soluções

Existem 2 problemas/obstáculos principais a que a mulher consiga atingir o famoso orgasmo G. São eles:
  1. Dor/Desconforto
  2. Vontade de urinar

Ponto 1: Dor/Desconforto

A maioria das mulheres não está habituada a ter a vagina massajada dessa forma. Particularmente quando elas não estão excitadas, o resultado mais comum é doer, ou ser incomodo. A solução disto é sempre tentar excitar o máximo possível a mulher, conseguir que a mente dela já esteja bastante ausente neste momento. Uma grande ajuda para este problema é abrirem um pouco os dedos. Ou seja em vez de terem os dois dedos unidos dentro da vagina, criar uma pequena abertura, ficando os dedos em V lá dentro e acariciando desta forma. Assim a pressão não será feita directamente sobre o tecido do ponto G. Depois podem brincar, fechando e abrindo os dedos. Isto resultará para a maioria dos casos. Podem também tentar variar a pressão.

Ponto 2: Urina

Ao realizar O Chamamento estamos também a incomodar a bexiga e uretra da mulher, o que pode criar uma forte vontade/impulso de urinar. E isto - causando desconforto ou inibição - bloqueia a mulher. É preciso que as ajudem a superar este passo. Não é raro que as mulheres "ejaculem" ao serem estimuladas desta forma, e a dita "ejaculação" sai pela uretra, mas não é urina. É preciso um estado de entrega por parte da mulher, de apenas se deixar ir e o que tiver que ser, será. Quebrem barreiras, inibições e medos. A cumplicidade e a confiança é o que melhor funciona neste caso. Ainda assim, se a mulher não conseguir lidar com a sensação podem aplicar os mesmos métodos referidos em cima, o V e variar a pressão.

Há toda uma panóplia de variações e problemas que não é possível relatar aqui extensivamente. Há mulheres que não apreciam estimulação clitoriana e no ponto G em simultâneo, há até mulheres que nem sequer têm o dito ponto G, ou seja, não atingem nenhum estado elevado, façam o que fizerem. É tudo uma questão de explorar.

Aprendam, pratiquem e - se tiverem dúvidas - apitem. Do que eu souber e puder, responderei.

E já agora, se souberem mais, se quiserem partilhar alguma experiência, o Coach está sempre eager to learn ;)

Now get out there... and make some women happy!


"No longer will our penises remain flaccid and unused! From now on, we fight for every man out there who isn't getting laid when he should be! This is our day! This is our time! And, by God, we're not gonna let history condemn us to celibacy! We will make a stand! We will succeed! We will get laid!" - Kevin Myers (American Pie) ...

Monday, August 31, 2009

Chris Rock: Compreender as mulheres

The Coach is back!

Espero que tenham feito os trabalhos de férias porque, em breve, virão exercícios bem mais poderosos e com resultados bem mais extraordinários. O domínio deste exercício básico é essencial para os próximos níveis ;)

Por agora - em jeito de regresso - aqui ficam as palavras do Chris - um putativo guru do Amor:




"Women cannot complain about men anymore until they start getting better taste in them" - Bill Maher

Tuesday, August 18, 2009

Exercícios de Kegel

Boas pequenos falos flácidos (de ora avante: pffs).

O Coach vai para as suas merecidas férias, estará de volta em Setembro. Aqui fica o trabalho de férias!



Exercícios de Kegel

Execução:
Encontrar o músculo pubococcygeus (PC). Quando estiverem a mictar, interrompam o fluxo de urina. O músculo que usam para o fazer é o músculo PC.

Durante pelo menos 15 minutos, pelo menos 2 vezes ao dia, realizar a seguinte sequência:
  1. Apertar continua e fortemente o músculo PC, respirando normalmente
  2. Aguentar tanto quanto possível
  3. Relaxar completamente, pelo menos 10 segundos.


Efeitos:
  • Levar a bandeja do pequeno almoço de forma original (aumento da força e dureza da erecção)
  • "Eu nem digo que dou duas sem tirar, quem sabe até tiro antes de acabar" (aumento da duração da erecção)
  • Calções deixam de ser adequados (aumento do tamanho do pénis)
  • Orgasmos mais intensos e duradouros (aumento do controle sobre a energia sexual)
  • Quando tossirem, ou rirem, já não soltam uma gotinha (resolve problemas de incontinência)
  • As meninas já não ficam a meio (resolve a ejaculação precoce/demasiado cedo)

Pratiquem, mais exercícios virão! :)

I'll be back.


"O Amor é como um fósforo. Dura enquanto houver pau" - Sabedoria Popular ...

Boicotar a mente feminina #1: Tauismo


Há uma diferença substancial entre Taoismo e Tauismo. Taoismo é uma disciplina espiritual chinesa - com excelentes conhecimentos acerca da sexualidade. Tauismo é a arte do tau-tau. Sim, a palmadinha.

A palmadinha não deve ser utilizada sem aplicar extensivamente A Técnica.

O Tauismo tem então um propósito muito específico na arte de forincafular uma mulher. É uma das mais poderosas armas para destabilizar a mente feminina. Aplicado no momento certo, com a força certa - que depende sempre da mulher - ajuda-a enormemente a atingir o climax.

Pode ser usado quando ela menos espera, assim como podem ameaçar e fazê-las ansiar por ele.

A maioria das mulheres aprecia uma palmada seca, firme e segura. Muitas - no momento certo - gostam de força. Deixem que sejam elas a pedir mais ;)



Sugestão do Coach: levar a mulher até bem perto do clímax. Quando ela está à beira do orgasmo, *strau*, firme e forte. Isto vai dispersar a energia, desviar-lhe a atenção e adiar o orgasmo.

Ela vai ficar um misto de furiosa, frustrada, excitada... reduzam o ritmo e continuem até ela chegar lá novamente. Apliquem outra vez. E se elas olharem com ar enfurecido façam ar de bad boy, sorriso maroto, segurem-nas com força e continuem. All the way until the Big O.

Sejam da Paz. *Paz*... *paz*...

"A spanking a day keeps the cellulite away" - Dito tradicional ...


Monday, August 17, 2009

Que querem as mulheres?

Sigmund Freud morreu sem conseguir dar resposta à pergunta suprema: O que querem as mulheres?

Da minha experiência, a resposta diverge muito de mulher para mulher. Há mulheres que adoram homens cavalheiros, há mulheres que consideram o cavalheirismo ofensivo.



Assim, com as devidas reservas, aqui fica aquilo que - no geral - uma mulher quer de um Homem:

  • As mulheres querem Homens que mostrem confiança ou poder (sentido de protecção);
  • As mulheres querem Homens que tenham sentido de humor (diversão);
  • As mulheres querem Homens atraentes (well duh)
  • As mulheres querem Homens com as qualidades de um Bad Boy (misterioso e independente/forte)
  • As mulheres querem Homens com dinheiro (sentido de segurança);
  • As mulheres querem Homens que as saibam ouvir (sentir-se compreendida)
  • As mulheres querem Homens que que as vejam como únicas (sentir-se especial)
  • As mulheres querem Homens leais e dedicados (sentir-se respeitada e valorizada)
  • ... (acrescente aqui a sua contribuição para esta lista)

E finalmente, homenzinhos, as mulheres *acham* que querem homens que sejam tudo o que elas querem. Mas um Homem a sério deve ser um misto de firmeza e versatilidade. Não dar tudo. Ceder aqui, ser intransigente ali.

Em suma, só têm que ser uma antítese.


"The great question that has never been answered, and which I have not yet been able to answer, despite my thirty years of research into the feminine soul, is “What does a woman want?”" - Sigmund Freud ...

Sunday, August 16, 2009

Fazer Amor com uma Mulher #3

Parte 3: "A" Zona Erógena

Ora bem, após terem estudado minuciosamente as lições anteriores desta rubrica, e após deterem um domínio absoluto d'A técnica, serão já absurdamente melhores amantes que 70% dos homens. Muito poucos homens sabem ler e sentir cada mulher como o Universo único que ela é.

Ainda assim, há um último obstáculo que pode surgir na caminhada heróica até ao grande O.

Aquele que é - simultaneamente - o maior obstáculo e a maior porta para o prazer: A mente da mulher.


90% do orgasmo feminino acontece na cabeça da mulher. Sei que nunca se questionaram sobre isto, petizes, mas observem: em que é que vocês estão a pensar no momento do orgasmo, no preciso momento do clímax? Estão preocupados com alguma coisa? Pois, elas também não.

Muitas mulheres apresentam grandes dificuldades em atingir o orgasmo exactamente por causa disto. É complicado deixarem-se ir. É complicado parar de pensar e começar a sentir.

Particularmente nos dias de hoje - em que nos identificamos tão mais com a nossa mente que com o nosso coração - boicotar a mente da mulher é o portal para o prazer mais elevado.


Alguns exemplos de pensamentos típicos que - consoante a mulher - ela pode estar a pensar durante o acto:

  • Estou/sou gorda (magra, alta, baixa, feia, tenho celulite, não - me depilei, meti desodorizante, lavei os dentes -, etc.)
  • Espero que ele não esteja a espera que isto seja algo mais do que é... é só sexo.
  • Será que é só sexo? espero que ele me volte a ligar depois...
  • Que estou eu a fazer? mal conheço este tipo...
  • Lá vamos nós outra vez... get it over with, quero ir ver a novela...
  • Que está ele a fazer? quando é que passa à acção?
  • Onde é que ele vai com tanta pressa? hello? Preliminares...?
  • É tão pequeno... não vou sentir nada
  • É tão grande... vai magoar-me de certeza
  • Mal posso esperar que ele acabe para ir postar no meu blog

O Homem a sério é aquele que consegue libertar a mulher da sua ruminação mental. Esta é a maior zona erógena feminina: a sua mente.

Em posts vindouros aprenderão várias técnicas para boicotar a mente das meninas.


Love is, of all passions, the strongest, for it attacks simultaneously the head, the heart and the senses” - Lao-Tzu

Friday, August 14, 2009

O Orgasmo Feminino



Saudações flácidos aspirantes!

Hoje vamos analisar aquilo que é um mito para tantos homens: o Orgasmo Feminino. Frases como "gostaste"? ou "chegaste lá"? revelam uma profunda falta de consciência e presença durante o acto de fazer amor. Homem que é homem não precisa de perguntar, homem que é homem sabe.

Existem muitos tipos de orgasmo feminino. As fêmeas são bem menos limitadas que nós a este nível. Hoje vamos descrever 3 tipos particulares de orgasmo: clitoriano (o Coach tem liberdade poética para inventar palavras), intra-vaginal e contínuo.


A natureza da mulher é multi-orgástica e - quando assim se permitem - a maioria das mulheres consegue chegar a orgasmos múltiplos e contínuos. No entanto, com a perca de polaridade a que estamos sujeitos hoje em dia, a maioria das mulheres encontra-se reduzida a orgasmos de natureza puramente masculina: o orgasmo clitoriano.



Orgasmo Clitoriano
Este é - infelizmente - o tipo de orgasmo feminino mais comum nos dias de hoje. Poucas são as mulheres que têm a sorte de conseguir orgasmos sem estimulação do clítoris. E digo infelizmente não porque seja um orgasmo mau, mas porque é o "mais fraquinho" orgasmo que uma mulher pode atingir.

Este é um orgasmo tipicamente masculino. É caracterizado por um crescendo de excitação, a chegada ao chamado "ponto de não retorno", uma descarga prazerosa de energia e puft. Normalmente o clitóris fica hipersensível e a mulher sente necessidade de parar - pelo menos durante uns momentos.


Orgasmo intra-vaginal
Este é um orgasmo bem mais raro. De todos os orgasmos intra-vaginais que é possível obter, um dos mais intensos é - para as mulheres que a isso estão receptivas - o orgasmo por estimulação do ponto G.

Aqui é muito mais fácil obter orgasmos múltiplos, muito mais intensos e duradouros. Um orgasmo múltiplo normal é uma espécie de vai-vem. Atinge-se o orgasmo.. fica-se ali um bocadinho, parece que desce um pouco, volta-se lá, por vezes dá-se uma pequena intensificação do prazer, volta-se abaixo, volta-se acima e dança-se por ali. E isto já é a marca de um Homem a sério. Mulher alguma esquece um homem que a levou à multiplicidade do orgasmo.



Orgasmo contínuo
Se os orgasmos múltiplos são raros, os orgasmos contínuos são praticamente inexistentes - excepção feita aos praticantes de Taoismo e Tantra. Este é o mais poderoso tipo de orgasmo que se pode imaginar. Alias não se pode imaginar. Tudo o que aqui se falar é pura especulação para quem nunca o sentiu; este orgasmo vai para além de todas as expectativas e - em geral - só quando é experienciado directamente é que as fêmeas dizem "wow... o que eu tenho andado a perder".

Este orgasmo diferencia-se dos orgasmos múltiplos "normais" pela crescente intensidade.

O orgasmo contínuo é a marca da elite. Não é possível de alcançar levianamente, exige trabalho e dedicação mutua. Exige entrega. E o resultado é um orgasmo que se caracteriza por uma sensação de expansão interior contínua. Ou seja, chega-se ao orgasmo e fica-se um bocadinho nesse patamar de prazer, cresce um pouco - goza-se mais esse patamar - volta a crescer e assim sucessivamente, de forma exponencial. Dura tanto tempo quanto os amantes aguentarem. Vai tão longe quanto a nossa estrutura o permitir. Esta é a meta. Aqui é onde um Macho a sério quer chegar.

Este é o segredo de amantes mitológicos como Don Juan. E um homem que detém estes segredos nunca é inseguro. Porque ele sabe que pode dar às mulheres algo que elas nem sonham que existe. E essa segurança interior é a marca do Macho.




Mas ok, first thing's first. O primeiro ponto é que consigam levar a mulher até ao orgasmo, seja ele qual for - e há muitos mais tipos de orgasmo do que aqueles aqui referidos.

Homem que é homem deve terminar a leitura deste post cheio de questões e curiosidades. Perguntem. Se vos faltam os testículos para perguntar publicamente usem o mail. Vá lá, questionem. O Coach responde.


"I may not be a great actress but I've become the greatest at screen orgasms. Ten seconds of heavy breathing, roll your head from side to side, simulate a slight asthma attack and die a little" - Candice Bergen ...

Blogging: Quero fazer amor contigo


Mancebos,

Deparei-me hoje, por intermédio da Kitty, com este post da Jeanette.

É obrigatório para todos os machos. Este é o tipo de erro que nunca se pode cometer.

Para os mais artolas o Coach lembra que o Google Calendar permite-vos agendar eventos e até vos envia sms para o telemóvel a avisar. Não há desculpas.

Em sentido! Direita volver! Destroçar.


"More than words to show you feel that your love for me is real" - Nuno Bettencourt/Gary Cherone ...

Problema dos homens #2


Uma cliente, senhora de respeito, com certa posição social, divorciada e mãe de filhos, dizia-me hoje:

"Estou tão furiosa... que raio se passa com os homens? Será que ele não percebe que eu tenho uma imagem a manter? Eu disse-lhe para parar e ele responde-me «tudo bem, eu respeito os teus sentimentos querida...»!!! ARGH EU SÓ QUERO QUE ELE ME AGARRE À FORÇA, é assim tão complicado ele perceber isto?"


Problema dos homens #2:
Não terem sensibilidade para distinguir um "Não!" de um "não...".

Conselho para resolver o problema #2:
Deixar de ter medo *slap*. As mulheres adoram sentir-se desejadas e seduzidas. Arrisquem. Não entrem a matar, mas entrem - suavemente. A maioria das mulheres gosta que as agarrem, que as segurem, que lhes puxem firmemente o cabelo para trás, mordisquem o pescoço, que apertem o corpo delas contra o vosso... a maioria das mulheres gosta que os homens as façam sentir Mulher.


E para chegar lá só é preciso um sinal. E isso pode ser tão fácil como perguntar com um sorriso maroto à medida que se aproximam mais do corpo dela "Não...? de certeza...?" e ler a receptividade dela. O corpo e a boca por vezes falam de formas diferentes.


Aprendam a ler as mulheres. Estar atentos, observar, sentir. Arriscar. Levar uns estalos - sem medos. Perder o receio de errar. Aprender.

"In three words I can sum up everything I've learned about
life: it goes on
" - Robert Frost

Thursday, August 13, 2009

Ser um Don Juan


Saudações marujos!

Hoje temos sessão de cinema para compreenderem profundamente a polaridade sexual. Atentem bem nas palavras do mestre, no cuidado com que ele se prepara, na forma como aborda a mulher. Reparem como a mulher começa por ser - como todas as mulheres - altiva, escamoteando-o. Reparem como não há um segundo de hesitação ou insegurança por parte dele.

Reparem na força interior, na segurança, na firmeza. E mais que isso, ouçam o que ele diz. É com este cuidado, atenção e dedicação que se trata uma mulher. E é isto que a maioria das mulheres quer de um homem. Que consiga ser seguro e confiante, sem ser indiferente nem negligente.




Vejam a diferença de postura entre Don Juan e o marido. Quem é que querem ser? O ideal é que consigam ser ambos... um marido com a postura, segurança e habilidade de Don Juan ;)


"Homem que é homem não é aquele que seduz muitas mulheres, mas o que consegue conquistar continuamente a mesma mulher" - Sabedoria Popular

Fazer Amor com uma Mulher #2

Parte 2: "A" Técnica

O homem é bastante básico, convenhamos, uma mulher - que saiba dar prazer a um homem - sabe dar prazer a todos.

A mulher é diferente. Aquilo que funciona perfeitamente com uma é completamente indiferente, ou nocivo, noutra. Não há fórmulas (ou há muito poucas). Mesmo o ponto G que muitos usam como arma principal (aos que não fazem ideia do que estamos a falar, lá chegaremos) depende de vários factores para "funcionar".

Para aprender a Amar uma mulher é necessário pararmos de pensar só na nossa auto-gratificação e parar de tentar satisfazer a mulher - os dois comportamentos mais comuns nos homens.

Um Homem a sério tem a sua sensibilidade profundamente desenvolvida.

Ele deve viver o acto de fazer amor da forma mais presente e intensa possível, sem estar focado no orgasmo. Naquele momento todos os seus sentidos devem estar completamente despertos e completamente focados na mulher, na Deusa que se prostra à sua frente.

Nada lhe pode escapar: um sorriso, um morder de lábio, uma respiração mais ofegante, um suspiro, um revirar de olhos, um contorcer dos dedos, sons, toques, cheiros, tudo!



E o homem deve despertar todo o ser da Mulher, tocar muito, beijar muito, sentir muito, começar com toda a calma e perceber profundamente a Mulher com quem se está. Aventurar-se, explorar, avançar, recuar... jogar o jogo do Amor intensamente.

Nunca permitir que Fazer Amor se torne uma rotina. O Macho deve surpreender, deve conseguir dominar e seduzir, mas - com a mesma graça e sem perca de virilidade - ser dominado e seduzido.


É esta a mãe de todas as técnicas para Fazer Amor: Aprender a Aprender.


Cada mulher é um mundo, cada acto de Fazer Amor uma descoberta, cada clímax uma viagem. Explorem, descubram, aprendam!



"A Felicidade Suprema é quando o que sentimos, o que pensamos, o dizemos e o que fazemos estão em perfeita harmonia" - Buda

Fazer Amor com uma Mulher #1

Arrr dispendiosos mancebos de caniçozitos flácidos!

Parte 1: Amor vs Sexo

Eis-nos chegados a uma parte fulcral do ensinamento. Fazer Amor. Atentem aos vocábulos. Um Homem a sério Faz Amor. Mesmo quando faz a sua mulher libertar-se de todas as amarras e ela se solta, grita obscenidades, geme, arranha, morde, implora... continua a ser Amor.


Sexo é um acto animal com fins reprodutivos.
Amor é um acto divino com fins de união, partilha, intimidade, prazer, deleite, êxtase, cumplicidade e tanto mais.



Lição 1: o que podem alcançar - a todos os níveis - com Amor é infinitamente superior ao que podem alcançar meramente com luxúria animal.



Seria de esperar que vos desse gradualmente técnicas cada vez mais avançadas para dar prazer a uma mulher. Começaríamos na anatomia feminina, natureza fundamental a mulher, preliminares, toques, cheiros, pontos e zonas erógenas, massagens, os vários tipos de orgasmo feminino, até chegar ao ponto em que estivessem preparados para "A" Técnica. A mãe de todas as técnicas. A infalível.

Pois resolvi reverter a coisa. Ao longo deste blog vamos abordar tudo, mas vamos começar por cima. Vamos começar com "A" Técnica.

Pérolas a porcos, eu sei, não obstante, no próximo post terão nas vossas mãos a mais poderosa ferramenta ao dispôr do homem para fazer qualquer mulher atingir a plenitude.

"A woman in love can't be reasonable - or she probably wouldn't be in love" - Mae West

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